Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Igreja não deixa Regininha Poltergeist cantar 'Kátia Flávia'

Em entrevista ao jornal "Extra" desta quinta-feira, 5, a atriz e cantora Regininha Poltergeist conta que se converteu à igreja evangélica Bola de Neve, também frequentada pela ex-policial Marinara.



"Ela foi madrinha do meu batismo", diz a moça, que não se arrepende dos incontáveis ensaios em revistas masculinas e dos três filmes pornôs que tem no currículo.



"Não me arrependo. Só que eu não posso e não quero mais cantar aquela música "Kátia Flávia" porque fala da louraça belzebu", diz, completando: "Eu gostaria mesmo é de cantar músicas para Jesus. Ele mudou minha vida".

Sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Regininha Poltergeist vira evangélica

Depois de "incontáveis" ensaios em revistas masculinas e três filmes adultos, Regininha Poltergeist mudou de vida. Há dois meses, a atriz se converteu à igreja evangélica Bola de Neve . Em entrevista à coluna, ela fala sobre sua nova postura, diz que não se arrepende dos trabalhos mais picantes que fez na carreira e revela que não descarta a possibilidade de virar cantora gospel e pastora! 


Quem te apresentou à religião? 

Foi o Zé Reinaldo (coreógrafo). Fui criada na Igreja Católica, depois comecei a frequentar o espiritismo. 

Mas qual vertente do espiritismo? 

Conheci um pouco de umbanda e candomblé. Nunca para fazer mal a ninguém. Falavam que eu tinha mediunidade e que precisava cuidar dos meus orixás, dos meus guias, para eu poder caminhar profissionalmente. Mas eu não via resultado. Pelo contrário. 


Sua vida mudou muito depois que você se converteu? 

Muito. Eu estava na Praça Saens Peña, na Tijuca, há dois meses, quando encontrei com o Zé. Ele olhou para mim e perguntou o que estava havendo. Eu respondi que ninguém sabia o que eu tinha e ele me levou para a igreja. 

Qual é a sua igreja? 


Primeiro fui à igreja que é perto da minha casa, no Grajaú, na casa do pastor. Começou a sair um monte de coisa de cima de mim. E agora estou na Bola de Neve, com a Marinara (ex-modelo e ex-policial). Ela foi madrinha do meu batismo. 


Mas e o fato de você ter feito alguns filmes pornôs? 

Não me arrependo, não. Só que eu eu não posso e não quero mais cantar aquela música "Kátia Flávia" porque fala da Louraça Belzebu. 
Você pretende chegar a um posição importante dentro da sua igreja? 

Por que não? Mas eu gostaria mesmo é de cantar músicas para Jesus. Ele mudou minha vida.

Retratos da Vida

Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Regininha Poltergeist homenageia Gretchen e Rita Cadillac em funk

Regininha Poltergeist resolveu unir seus dois trabalhos: o funk e os filmes pornôs. Ela, que está lançando seu segundo filme do gênero, intitulado “Sex City”, na quinta-feira, 7, no Stage Urbano, em São Paulo, vai mostrar também o “Funk das Brasileirinhas”. Trata-se de uma homenagem à produtora que lança seus pornôs, e às principais estrelas da casa. A letra cita Gretchen e Rita Cadillac, além da própria Regininha.

" Sou a revelação que veio pra ficar/depois da Rita e da Gretchen é Regininha que vai bombar/ Ahã, ahã, ahã/ é Regininha que vai bombar", diz ela em um trecho cheio de gemidos ao fundo.

Além do novo funk, Regininha também vai cantar “Kátia Flávia”, - música de Fausto Fawcett que a revelou para o mundo na década de 80 -, em versão funk.

Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Regininha Poltergeist

Regininha Poltergeist gravando para o programa Caveirão do Gordo.



Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Regininha Poltergeist no Programa do João Gordo

Sábado, 15 de Março de 2008

Video Regininha Poltergeist

Trecho do programa Perfil, onde a atriz Mônica Carvalho, a Amália da novela "Caminhos do Coração",e Regininha Poltergeist visitam o Rio Grande do Norte durante o Carnatal.

Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Regininha poltergeist diz porque fez filmes para adultos

Por contratos milionários e com o apoio da família, artistas famosos enfrentam o preconceito e escancaram a intimidade para virar estrelas de filmes de sexo explícito, um negócio que movimenta R$ 300 milhões por ano

Regina de Oliveira Soares despontou para a fama, no final dos anos 80, no papel de uma santa com o poder de curar as pessoas por meio do sexo em Santa Clara Poltergeist. Do espetáculo performático, idealizado e produzido pelo cantor Fausto Fawcett, ela tirou seu nome artístico (Regininha Poltergeist) e fôlego para atravessar a década seguinte emplacando trabalhos como atriz e dançarina, sempre explorando sua sensualidade. Filmou com Cacá Diegues, fez peças de teatro, participou de programas na Rede Globo, gravou um CD. Até que as propostas profissionais passaram a surgir em quantidade inversamente proporcional ao avanço do tempo. Seus últimos trabalhos na televisão foram o programa erótico Puro êxtase e um comercial como garota-propaganda da bebida popular Cynar, em 1998. Este ano, a ex-louraça belzebu saiu do ostracismo para assinar seu mais bem remunerado contrato e estrelar o DVD de sexo explícito Perigosa, da Brasileirinhas, a maior produtora de filmes pornográficos do País.

A guinada pornô de Regininha é ousada, mas não pioneira. Antes dela, artistas como o bad-boy Alexandre Frota e as precursoras das popozudas Rita Cadillac e Gretchen já haviam exposto publicamente toda a sua intimidade – e foram muito bem pagos para isso. Estima-se que as celebridades que se sujeitam a filmar um pornô sejam recompensadas com algo entre R$ 300 e R$ 500 mil por contrato (que prevê a filmagem de cenas para até três DVDs). Para quem acredita que tudo tem seu preço, poder de convencimento não falta às empresas deste mercado. Segundo a Associação Brasileira de Empresas do Mercado Erótico (Abeme), a indústria de filmes adultos faturou R$ 300 milhões em 2006. Se ainda é uma ninharia perto do movimentado pela indústria americana, o montante indica um crescimento de 15% nos últimos cinco anos, desde que os famosos começaram a invadir a praia dos pornôs. São lançados por ano cerca de mil títulos.

“Graças ao Frota, a mídia passou a ver os filmes pornôs com outros olhos. E mais famosos se interessaram pelo mercado”, diz o diretor M. Max, na Brasileirinhas há 12 anos. O dono da produtora, Luís Alvarenga, concorda com a importância do ex-global – que também é ex-marido da atriz Cláudia Raia. Mas aponta Rita Cadillac como o grande divisor de águas do setor. “Depois do lançamento do primeiro filme dela (em 2005), o mercado pornô nunca mais foi o mesmo”, afirma. Entre seus “sonhos de consumo” para estrelar os DVDs da produtora, Alvarenga lista Viviane Araújo, Sabrina Sato, Fabiana Andrade, Vampeta e Nana Gouveia. “Mas que fique claro que jamais tivemos a iniciativa de contatar alguém. Até hoje, fomos procurados.” Sedução, que marcou a estréia de Rita Cadillac no gênero, é o filme mais vendido da história da companhia, que não divulga números oficiais. A eterna chacrete colocou algumas exigências em seu contrato. O uso de camisinha pelos atores que contracenassem com ela foi uma.

Outra condição foi não fazer cenas de sexo sadomasoquista. “Apanhar, nem em pensamento”, diz ela. Apesar de se cercar de cuidados, Rita está longe de lembrar com bons olhos da experiência. Qual foi a pior parte? “Todas”, responde, sem hesitar. Quem teve a oportunidade de assisti-la no vídeo jura que não há naturalidade. Rita tinha 50 anos quando gravou cenas. “Na época, o pior que podia me acontecer era ter de encerrar a minha carreira. Mas, graças a Deus, não aconteceu. Pelo contrário: acho até que deu um fôlego a mais”, diz. Não conseguir mais trabalhos convencionais como atores é um dos fantasmas que assombram os artistas que decidem encarar um pornô. Astro de dois filmes de sexo explícito, Mateus Carrieri, que está em cartaz nos palcos em São Paulo com O amante do meu marido, passou por isso. O Teatro Municipal de Osasco não aceitou a peça porque ele faz parte do elenco. “Logo vamos viajar com a peça pelo Brasil, e talvez tenhamos mais problemas desse tipo”, admite.

A primeira gravação de cenas de sexo explícito de uma celebridade é cercada de expectativas – especialmente se o principiante for um homem. Diretor das mais caras produções do gênero no Brasil, J. Gaspar admite que é preciso o máximo de cuidado para não criar um clima de tensão no set. “Se um desconhecido falhar é só trocar por outro. No caso do famoso não dá para substituir. Está no contrato: sem ele, não tem filme”, conta. As mulheres normalmente pedem uma bebida alcoólica para ficar mais à vontade. Mas o tiro pode sair pela culatra. Constrangida, a atriz Vivi Fernandes, ex-assistente de palco do apresentador Sergio Malandro, bebeu uma garrafa de champanhe antes da primeira cena. A intenção era se soltar. “Só piorou. Passei mal, vomitei, me deu até febre. Não consegui gravar”, lembra ela, que estrelou três filmes nos quais só contracena com o namorado.

A tendência lançada por Vivi inspirou a cantora e dançarina Gretchen. Evangélica, ela assinou contrato para participar de três DVDs (um ainda inédito), nos quais tem como único parceiro o músico Guto Guitar, seu noivo na época. O casal terminou o relacionamento dois meses após o lançamento de La conga sex. Gretchen nega que o filme tenha influenciado a separação e avisa: já se casou novamente. E o que o novo marido pensa da breve incursão dela ao mundo pornô? “Ele diz que não tem nada para falar sobre a minha vida antes dele.” A filha mais velha de Gretchen, Thammy Miranda, resolveu seguir o exemplo de casa e é a estrela de um filme pornográfico homossexual ao lado de sua ex-namorada Julia Paes. Mamãe não repreendeu.

Uma estratégia utilizada pelas celebridades para aguçar a curiosidade do público – e garantir um segundo polpudo contrato – é colocar limites para a atuação de estréia. “O famoso faz o primeiro e perde aquele medo, aquele pudor todo, e pode ser mais ousado no segundo filme”, afirma o produtor Kim Melo. É o que deve acontecer com Regininha Poltergeist. Em seu primeiro contrato, ela comprometeu- se a fazer “apenas o básico”, como a própria diz. “Agora eles querem mais. Posso fazer com mulher também, mas, para falar a verdade, não sou muito chegada”, pondera. Mas, claro, não fecha as portas para o já milionário, e ainda assim promissor, nicho. “Se a proposta for muito boa, quem sabe...”

EUA têm a maior indústria
Os Estados Unidos são os maiores produtores de filmes pornôs do mundo. Com faturamento de US$ 3,6 bilhões em 2006, a indústria emprega seis mil pessoas – 1,2 mil atores e atrizes – e movimenta nas prateleiras das locadoras quatro mil títulos a cada ano. O principal pólo de produção está na Califórnia e foi apelidado de Porn Valley (Vale do Pornô) – uma referência ao Silicon Valley (Vale do Silício), situado no mesmo Estado e referência quando o assunto é tecnologia.

O negócio começou a ganhar destaque na década de 70 e atualmente é visto com relativa normalidade pela sociedade americana. A atriz Jenna Jameson, o principal nome da indústria no país, está longe de viver na marginalidade, como grande parte das atrizes desse meio no Brasil. Aos 33 anos, ela tem mais 100 vídeos pornôs no currículo e fatura US$ 15 milhões por ano. Esse valor engloba cachê em filme e publicidade – recentemente, Jenna foi garota-propaganda da grife Adidas. Além disso, é possível comprar bonecas (do tipo Barbie) que imitam suas curvas. Superpremiada por suas atuações eróticas, Jenna transcendeu o circuito cinematográfico pornô. Em 1997, por exemplo, atuou em Private parts, de Howard Stern. Nos Estados Unidos, o custo médio de produção de um longa gira em torno de R$ 60 mil, contra R$ 25 mil no Brasil. Isso se reflete nos salários dos atores. Uma atriz brasileira top recebe R$ 1 mil por dia de trabalho, enquanto as americanas não tão famosas têm cachê de R$ 3 mil.

STALLONE COMEÇOU EM FILME PORNÔ

Engana-se quem pensa que o ator americano Sylvester Stallone só exibiu seu físico atlético em cenas de luta nos filmes do tipo sessão da tarde Rocky e Rambo. No início de sua carreira, com dificuldades financeiras e, principalmente, de emplacar como ator, Stallone aceitou o convite para protagonizar, ao lado da atriz Henrietta Holm, o filme pornô The party at Kitty and Stud’s (A festa de Kitty e Stud). Para isso, recebeu US$ 200 por dois dias de gravação, em cenas de orgia e aparições de nu frontal. O filme foi lançado em 1970 – na época, ele tinha apenas 24 anos – e relançado seis anos depois, quando ele estourou na pele do boxeador Rocky Balboa, com o título O garanhão italiano.

“NÃO É PARA QUALQUER UM”

“É uma coisa bem constrangedora. Perguntaram se eu queria beber alguma coisa para relaxar. Tomei uma garrafa de champanhe sozinha. Fiquei doidona, não conseguia parar de rir. É diferente de fazer naturalmente, em casa. É a gravação de um filme, tem toda a eqsuipe. Quem trabalha com aquilo encara como uma coisa normal; quem não tem experiência fica sem saber o que fazer. Tem que ser forte para agüentar, não é para qualquer um. Decidi encarnar um personagem, emprestar o meu corpo. Aí fui. Depois fiquei até meio mal da cabeça.”
Regininha Poltergeist

“EXIGI REPRESENTAR UM PERSONAGEM”

“Fiz questão de participar do roteiro, da escolha do elenco. Exigi representar um personagem no filme, e não aparecer como eu mesmo – como o Frota fez. Queria ter poder de veto. Não se trata de fazer o teste do sofá antes de gravar. Mas, por exemplo, não faço (sexo) com gay, com travesti, com animais. É que nesse meio é tudo muito vasto. A elaboração do contrato foi bem complicada: troquei de advogado três vezes.”
Mateus Carrieri

“ACHEI QUE SERIA APEDREJADA”

“Tinha medo da repercussão. Pensei que seria como em um desenho animado – sabe quando a gente abre a janela e todas as outras se fecham? Cheguei a achar que seria apedrejada na rua. Se isso acontecesse, pegaria a grana e ia viajar. Só voltaria quando a poeira tivesse baixado. Mas não precisei fazer isso. Me surpreendi com a ausência de preconceito. Hoje digo que dei a cara a tapa para as pessoas ganharem dinheiro.”
Rita Cadillac

“MINHA FAMÍLIA APOIOU”

“Quando recebi o convite, conversei com a minha família. Se os pais forem contra, não dá para fazer. Eles apoiaram, mas ficaram tristes, claro. Nenhum pai quer ver sua filha fazendo filme pornô. Não foi fácil. Assinei o contrato e, quando cheguei em casa, desabei, chorei muito. Conversei bastante com a Rita (Cadillac) e vi que o filme tinha tornado a vida dela mais fácil. Coloquei na minha cabeça: é um filme pornô. Está sendo paga para fazer sexo? Então tem que fazer bem feito. Eu me esforcei ao máximo.”
Vivi Fernandes

“PENSEI NOS MEUS FILHOS

“Fiz pelo dinheiro. Demorei três anos para aceitar o convite porque era contra os meus princípios. Jamais faria carreira como atriz pornô. Fiz os filmes pensando no futuro dos meus filhos: crio eles sozinha, não peço nada para os pais. Não imaginei nada na hora, não criei nenhuma fantasia para facilitar o trabalho. Só queria que aquilo acabasse logo para pegar meu dinheiro e ir embora.”
Gretchen

Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Regininha Poltergaist grava segundo video adulto

Parece que o mundo dos filmes adultos com celebridades veio mesmo para ficar. Depois de Alexandre Frota, Bianca Soares, Rita Cadillac e Gretchen, a mais nova contratada do Grupo Fallms Brasileirinhas é Regininha Poltergeist, que mal lançou seu primeiro vídeo, já começou a preparar o segundo.

Regininha, que ficou conhecida por cantar ao lado de Fausto Fawcett, está em São Paulo para filmar as novas cenas, que acontecerão no estúdio da produtora e em um luxuoso motel da capital paulista.

Em tempo: o primeiro vídeo de Regininha, Perigosa será lançado no mês de junho.

Quarta-feira, 16 de Maio de 2007

Entrevista Regininha Poltergeist sobre seu filme

— É um trabalho diferente, que mexe muito com nosso íntimo. Vai ser um escândalo, mas o que me deixa tranqüila é saber que as fantasias que muitas pessoas tiveram em relação a mim vão se concretizar — conta Regininha, que já posou sem roupa exatas 11 vezes.

O filme, inicialmente, teria roteiro de Fawcett, mas as negociações não avançaram. A nova estrela pornô não dá detalhes sobre as histórias que vão entremear as cenas de ação, mas é certo que referências ao universo em que ficou conhecida, como o da música “Kátia Flávia”, vão estar lá:

— Vai ser tudo ligado às personagens que já fiz. É disso que o povo gosta!

As negociações duraram seis meses. Nesse tempo, Regininha Poltergeist terminou um casamento de 11 anos.

- Juntei o útil ao agradável - brinca ela.

Aos 36 anos, a loura tem um filho de 2 anos e vai estudar jornalismo:

- Estou me redescobrindo. Com o dinheiro do filme, quero comprar uma casa e investir na minha faculdade e nos estudos do meu filho.

Regininha Poltergeist Louraça Belzebu

Regina de Oliveira Soares mais conhecida como Regininha Poltergeist nasceu no dia 6 de janeiro de 1971, no Rio. Ela já admitiu que, em 1997, colocou silicone nos seios. Encarnando uma "louraça belzebu", Regininha surgiu nos espetáculos performáticos criados por Fawcett, como "Básico Instinto" e "Santa Clara Poltergeist", autor de hits como "Kátia Flávia" [Alô polícia/Eu tô usando/Um Exocet/Calcinha/Um Exocet/Calcinha]. Parêntese de história: Exocet foi um míssil francês famoso na Guerra das Malvinas (1982) quando usado pela Argentina contra um navio inglês.

No fim dos anos 90, ela chegou a apresentar o programa sensual chamado "Puro Êxtase", nas madrugadas da CNT/Gazeta. Também gravou um disco. Em 1994, fez uma pequena participação no filme "Veja Esta Canção", de Cacá Diegues. Em 1998, depois de um longo jejum na TV, ela foi garota-propaganda da bebida Cynar, mais conhecido por entrar na composição do rabo-de-galo, drinque que também leva aguardente.

Segunda-feira, 14 de Maio de 2007

Fotos da Regininha Poltergeist





Perigosa Cantora Regininha

Como cantora, Regininha Poltergeist lançou um único CD de nome Perigosa

Domingo, 13 de Maio de 2007

Carreira Regininha Poltergeist

Fausto Fawcett foi o grande descobridor da bela Regininha através dos espetáculos Santa Clara Poltergeist(1990) e pelo Básico Instinto (1991-1993).

Desde 1992, Regininha tem sido capa de revistas como Trip, Playboy, Sexy, Sexway , Man ,Interview e Casseta e Planeta.

Fez diversas participações em programas de televisão: Zorra Total, Básico Instinto, na Bandeirantes,pegadinhas do Faustão na Rede Globo e foi convidada para estrelar programas das séries Confissões de Adolescente e Como ser solteiro. No cinema, interpretou a namorada de Pedro Cardoso em Drão (1997), de Cacá Diegues, e no teatro atuou na peça Deu a louca no motel (1998).